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terça-feira, 31 de maio de 2011

IV Jornada GEO de ENSINO (USP)


06 de junho de 2011 - 2ª Parte


Apresentações de PCC (Prática como Componente Curricular) dos alunos da Disciplina Geomorfologia I).

Coordenadora: Profa. Dra. Bianca Carvalho Vieira (responsável pela disciplina)

Horário e Local:

Departamento de Geografia

Tarde 14h às 18h (sala 07)

Noite 19h30 às 22h (sala 09)


Apresentações de Pôsteres elaborados pelos alunos da disciplina “Estágio supervisionado de Ensino de Geografia e Material Didático”.

Coordenação:

Profa. Dra. Glória A. Alves (alunos do diurno)

Profa. Dra. Maria Eliza Miranda (alunos do noturno)

Local: área livre do 1º pavimento do Edifício do Departamento de Geografia

Data: Os trabalhos ficarão expostos no período de 06 a 10 de junho de 2011.


Espaço de Diálogo:“A importância do Estágio na Formação Profissional”.

Convidada: Profa. Dra. Sylvia Bassetto

Departamento de História FFLCH/USP

Responsável pelos Estágios na FFLCH/USP

Local: Sala 09 (Departamento de Geografia)

Horário: 17h às 19h


INSCRIÇÕES GRATUITAS, com certificados válidos para ATIVIDADES COMPLEMENTARES.


ACESSE O SITE: E FAÇA SUA INSCRIÇÃO!!!


Realização: LEMADI - Laboratório de Ensino e Material Didático.

Departamento de Geografia - FFLCH - USP

Tel.: (11) 3091-3737 - E-mail:

http://www.geografia.fflch.usp.br

lemadidg@usp.br

domingo, 27 de março de 2011



DECANOS BRASILEIROS: AZIZ AB' SABER

TV ESTADÃO - 23.03.2011

O geógrafo Aziz Nacib Ab"Saber revela suas visões sobre a democracia brasileira na série "Decanos Brasileiros - Dez Visões Sobre a Democracia no País".

terça-feira, 16 de março de 2010

16/03/2010 - 09h41

Seis Estados pagam salário abaixo do piso a professor


RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo


Professores iniciantes de seis redes estaduais começaram o ano letivo recebendo um salário menor que R$ 1.024,67 --mínimo determinado pela lei.

Em Goiás, Tocantins, Rondônia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Sul, a remuneração não alcançou o piso nacional, segundo estudo da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).

O piso salarial vale para os professores iniciantes com formação de nível médio (sem diploma universitário) que trabalham 40 horas por semana.

A lei, que abrange também as escolas municipais, foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula em 2008. Antes disso, cada Estado e município tinha um piso próprio.

Com a lei, o piso nacional foi estipulado em R$ 950. Como é obrigatório que seja reajustado todo mês de janeiro, o mínimo hoje é de R$ 1.024,67, segundo o Ministério da Educação.

Daqueles seis Estados, cinco (GO, TO, RO, CE e PE) começaram o ano pagando os antigos R$ 950, sem aplicar o reajuste obrigatório. No RS, a remuneração inicial dos professores é ainda mais baixa, de R$ 862,80.

"Nas redes municipais, embora não haja dados, a situação é pior. O professor tem menos força para negociar em municípios menores", diz o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão. Para ele, o piso nacional é descumprido por razões políticas, não financeiras. "O ministério tem verbas para socorrer os que alegam não poder pagar o piso, mas ninguém pediu."

O MEC confirma. Para obter o dinheiro, os governantes precisam comprovar que falta dinheiro para a educação. "Se fosse verba para obra, eles viriam correndo. O problema é que ninguém inaugura professor ou aluno", critica o senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

O piso salarial ainda causa discordâncias porque um grupo de governadores recorreu ao Supremo Tribunal Federal alegando que a lei era inconstitucional. O Supremo ainda não decidiu o mérito da questão e determinou que, enquanto isso, os professores não podem ganhar menos do que o piso.

"Os governadores e prefeitos se apoiam nessa indecisão do Supremo. O Ministério Público deveria processá-los por improbidade administrativa e pedir cassação", diz Buarque.

A CNTE usa cálculo distinto e defende piso de R$ 1.312,85 (sem contar gratificações). O STF aceitou a inclusão das gratificações no cálculo do piso.

10/03/2010 - 16h58

Serra ignora greve dos professores de SP; ouça

da Folha Online


No programa semanal de rádio "Conversa com o Governador", José Serra (PSDB) aborda a Educação em São Paulo e explica o funcionamento do Programa de Valorização pelo Mérito -- que prevê aumento de salário para profissionais de escolas cujos alunos obtiverem melhores desempenhos.

"A carreira do professor está voltando a ser atraente", diz o governador. Neste ano, o Estado abriu concurso para 10 mil novas vagas. No total, foram mais de 261 mil inscritos. "Se fosse mau negócio, você não teria 26 candidatos para cada vaga", afirma Serra.

O governador não mencionou, porém, a greve dos professores da rede estadual de ensino. De acordo com a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), nesta terça-feira (9), a adesão chegou a 55% da categoria.

Em nota, a Secretária da Educação afirmou que as escolas estaduais funcionaram normalmente, e que a adesão foi de cerca de 1% dos professores.

A pasta voltou a dizer que a ação "é prova de que a tentativa de greve é um movimento político, inimigo da educação de São Paulo e contrário até mesmo aos interesses dos próprios professores".

A principal reivindicação da Apeoesp é um reajuste salarial de 34,3%.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Secretaria vai descontar salário de professor que aderir à greve em SP

Folha de São Paulo - online

A Secretária Estadual da Educação afirmou nesta quarta-feira que os professores da rede estadual de São Paulo que aderirem à greve da categoria terão ponto cortado nos dias que deixarem de dar aulas.


A secretaria afirma que, além do desconto salarial, os grevistas serão excluídos dos programas de bônus pelo cumprimento de metas e de valorização pelo mérito, que permite aumentos salariais aos mais bem avaliados. Os dois programas têm como regra a regularidade da presença dos professores.

No terceiro dia de paralisação, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) afirmou que a adesão dos professores foi de 58% em todo o Estado. A secretaria afirma que a greve atinge 1% dos 220 mil professores.

Nesta quinta-feira (11), o sindicato vai realizar assembleias em suas 93 subsedes, para avaliar o movimento. Na sexta será feita uma reunião estadual, no vão do Masp, para definir os rumos do movimento. A intenção é realizar, também, uma passeata pela avenida Paulista.

Reajuste

De acordo com a Apeoesp, a proposta, feita pelo governo, de incorporar as gratificações ao salário cria um reajuste de 0,27% para professores até a 4ª série do ensino fundamental, e 0,59% para os professores da 5ª série do ensino fundamental ao ensino médio.

Com a greve, os professores esperam que a gestão José Serra (PSDB) sinta-se pressionada e inicie um processo de negociação para o reajuste dos salários. O objetivo é conseguir 34,3%.

A secretaria disse que não há condição econômica para sustentar o aumento, que custaria R$ 3,5 bilhões e desorganizaria as finanças do governo do Estado. A pasta diz que sua folha de pagamentos cresceu 33% entre 2005 e 2009, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões.




terça-feira, 9 de março de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Oficinas para professores de Geografia

AGB – Associação dos Geógrafos Brasileiros – São Paulo

A AGB-São Paulo está oferecendo de Oficinas para professores de Geografia, com o intuito de contribuir para o desenvolvimento do ensino de Geografia e aproximar os professores do Ensino Fundamental e Médio da produção do conhecimento geográfico.

Inicialmente serão oferecidas três oficinas:

I. A cartografia, o texto e o mapa

Ana Maria Mastrângelo – professora Unicastelo, mestrado pela USP

II. Geografia: Saberes coloniais e eurocentrismo

Rosemberg Ferracini – doutorando na USP,

III. O uso do “google earth” no ensino de Geografia

Wellington José da Silva, graduando pela USP e

André Luiz Sarante, geógrafo pela UFV

Data: sábado, 27 de fevereiro de 2010

Horário: das 9 as 13h

Local: Prédio de Geografia e História

Av. Lineu Prestes, 338 – Cidade Universitária

Público-alvo: Professores do Ensino Fundamental e Médio,

estudantes e interessados em geral

Taxa de inscrição:

Associados da AGB R$ 5,00

Não associados R$ 20,00

Para se inscrever:

Preencha o formulário de inscrição:

1. pessoalmente, na sede;

2. pelo email agbsaopaulo@yahoo.com.br

3. pelo telefone 3091-3758 de segunda à sexta, das 14h as 18h.

Depósito em conta: C/C: 13005033-0 AG. 0658 – SANTANDER

Atenção:

Certifique-se sobre as vagas na oficina escolhida, antes de efetuar o pagamento

da taxa de inscrição no banco.

Confirmação de inscrição no dia 27 de fevereiro, a partir das 8.30 horas:

Apresentar comprovante de pagamento e comprovante de associação 2010.

Apresentar ou indicar a ficha de inscrição preenchida

Observação:

A AGB-São Paulo fornecerá declaração de participação.



Associação dos Geografos Brasileiros
Seção São Paulo
Av. Prof. Lineu Prestes, nº 338 CEP: 05.508-000
Correspondências:
Caixa Postal 78.028
CEP: 05.508-970
Prédio de Geografia e História - São Paulo- SP
e-mail: agbsaopaulo@yahoo.com.br
site: www.agbsaopaulo.org.br
Tel: (11)3091-3758 fax (11)3091-3159 A/C AGB-SP
horário de atendimento seg a sex das 15h às 21h

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Plantas do cerrado vieram de todo o Brasil, registra DNA


Folha de S. Paulo
14/12/2009 - 10:02



A vegetação que ocupou o cerrado saiu de todos os cantos do Brasil. Escolha uma espécie qualquer e ela pode ter origens tanto na Amazônia quanto no sertão nordestino ou nos pampas gaúchos --a flora é um mosaico de origens muito diversas.

Justamente por ter se formado pegando um pouco de cada lugar distante, o cerrado possui um biodiversidade tão grande.

Os cientistas brasileiros que descobriram isso, fazendo análises no DNA das plantas, ficaram surpresos, porque, em geral, ecossistemas não se formam assim.

Para ajudar a entender como eles surgem, Marcelo Simon, biólogo da Embrapa em Brasília e um dos autores do estudo, dá um exemplo: a vegetação da cordilheira dos Andes.

Quando os Andes se elevaram, há milhões de anos, foram ocupados, em seguida, por uma vegetação adaptada à nova temperatura (regiões altas são mais frias). Ela veio dos climas temperados da América do Norte e migrou como um todo.

Ao descobrir que as origens do cerrado eram variadas, os cientistas ficaram intrigados. Por que a mistura ocorreu?

A resposta começa pela ideia de que, se uma planta "quiser" viver nos Andes, terá de vencer o frio. Mas, se tentar se espalhar pelo cerrado, o maior problema será o fogo que aparece nas épocas quentes --o clima seco permite que incêndios naturais ocorram sempre.

Mas o fogo, os cientistas descobriram agora, não é uma barreira muito grande, ao contrário do frio. As plantas têm facilidade para criar resistência a queimaduras. Vencer o frio requer uma adaptação prévia a ele, em outro bioma. Já o fogo não é um inimigo tão grande -uma planta pode se acostumar fácil, venha de onde vier.

Vegetação casca-grossa

O programa de treinamento das plantas para lidar com o fogo consiste, basicamente, em dois pontos: é preciso virar casca-grossa e não ter medo de ir parar debaixo da terra.

Quando o fogo surge, a casca resistente e grossa até queima, mas ela não deixa o interior da planta ser danificado -é como se a planta tivesse uma pele tão grossa que pudesse passar pelo meio de um incêndio.

A outra adaptação é ter raízes bem grossas. Faz sentido: com isso, a maior parte da massa da planta fica por baixo do solo. Aí, mesmo que passe um apocalipse de fogo pela região onde a coitada está, ela vai sobreviver.

São características relativamente simples. Então, poucas gerações após a colonização, as plantas sobreviventes já estavam adaptadas ao cerrado

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A bolha oculta

do petróleo

Coluna Econômica - 02/12/2009

Ainda está para ser contada toda a história da máquina especulativa que implodiu no ano passado, levando de roldão o sistema financeiro norte-americano, mergulhando a economia mundial em recessão e marcando oficialmente o fim da hegemonia econômica norte-americana.

Embora o mundo já caminhasse para a multipolaridade – EUA, Ásia e Europa – a crise amplicou a percepção da perda de influência relativa dos Estados Unidos. Principalmente, marcou o fim do predomínio absoluto de Wall Street sobre as finanças mundiais.

***

Muito se falou da especulação montada em torno do subprime – os créditos hipotecários de alto risco. Pouco se falou sobre o movimento especulativo em torno do maior dos mercados, o petrolífero.

A crise de Dubai talvez levante um pouco o véu de mistério que recobre essa área – onde os valores negociados ascendem a trilhões de dólares.

***

Há suspeitas de que, em torno de novas empresas petrolíferas que surgiram no Oriente Médio – basicamente nos emirados – tenha havido um jogo envolvendo grandes petolíferas e grandes bancos de investimento visando fazer explodir as cotações de petróleo.

O jogo mais pesado era no mercado futuro. Só que a tendência do mercado futuro dependia das cotações no mercado spot (à vista). Há suspeitas de que tenha ocorrido uma operação que, no crack do mercado acionário brasileiro, em 1989, era chamada de “zé com zé”.

A empresa A vendia petróleo para a empresa B por determinada cotação. Em seguida a empresa B vendia para a C por um preço maior. Manipulada a tendência de alta, os especuladores corriam no mercado futuro e tornavam a tendência de alta mais aguda.

***

A principal suspeita sobre o coordenador desse jogo recai sobre o Goldman Sachs, uma das instituições símbolo desse período de esbórnia.

E aí entra um dado relevante, que foi o papel exercido pelo Departamento de Economia do banco, em um jogo de manipulação que só tem precedentes na fase que antecedeu o estouro da Nasdaq.

Em julho, as cotações do petróleo spot já batiam em 140 dólares.

Nesse jogo, o primeiro passo é a criação de um “guru”. Foi o que a mídia norte-americana fez com Arjun N. Murti, 39 anos, especialista da Goldman para assuntos de energia. Apresentado como infalível, o inefável Murti previu que em breve bateria nos 200 dólares nos dois anos seguintes.

***

Murti tinha um histórico de acerto. Em 2005, com o barril a 40 dólares, previu um ciclo de alta que elevaria a cotação para 105 dólares. Não tomava por base os fundamentos da economia mundial mas, provavelmente, o efeito combinado do jogo especulativo com as previsões dos “gurus”.

***

A crise derrubou todas as previsões amalucadas e criou um rombo – que até agora só apareceu nessa crise de Dubai. É impossível em um mercado altamente especulativo e violentamente alavancado, como o do petróleo, que as cotações pulassem de 40 para 150 dólares e voltassem para patamares de 50, 60 dólares sem provocar rombos profundos nos jogadores.

Ainda não se sabe a extensão do rombo. Em breve se saberá.

PIB da França cairá menos que da Europa

"A França terá a recessão mais baixa dos países europeus", afirmou seu presidente, Nicolas Sarkozy. Para ele, a economia do país vai desacelerar entre 2,1% e 2% - estimativas preliminares traziam queda de 2,25%. De acordo com a União Europeia (UE), Alemanha, Itália e Reino Unido terminarão o ano com recessão acima de 4%, enquanto a Zona do Euro terá uma retração de 4%.

Europa se prepara para meta de déficit

Os países da Zona do Euro começam a se preparar para suspender os estímulos fiscais – cuja data limite é 2015. Mercados como Alemanha, França, Espanha, Áustria, Países Baixos, República Tcheca, Eslováquia, Eslovênia e Portugal têm até 2013 para ajustar seus déficits abaixo do limite de 3%. Já a França diz que trabalha com o ano de 2014 para a redução do seu déficit, mas que pode aceitar a meta de 2013 caso as condições econômicas assim o permitam.

O novo pacote japonês


Pressionado pela deflação e a alta do iene, o governo japonês vai injetar 10 trilhões de ienes nas instituições financeiras por meio da compra de ativos, como forma de estimular a economia. O país encontra-se em recuperação, mas admite que "os recentes acontecimentos financeiros internacionais e a instabilidade no mercado de divisas podem criar problemas para a atividade econômica". Este é o segundo plano de estímulo do Japão neste exercício fiscal.

Rússia estuda taxar capital especulativo


A Rússia estuda medidas de controle de fluxo de capital caso os capitais especulativos externos provoquem desequilíbrio na economia. "Pode acontecer (...) se a situação se tornar alarmante. Por enquanto, estamos estudando a situação", disse o vice-presidente do banco central russo, Alexei Ulyukayev. O presidente Dmitri Medvedev declarou anteriormente que a Rússia deve modernizar sua economia, e que não se pode depender "das oscilações e caprichos da conjuntura mundial".

Brasil se aproxima da África

O ministro das relações exteriores, Celso Amorim, declarou que o Brasil vê mais chances de avanço nas negociações sobre cortes de subsídios comerciais com países africanos do que com as economias ricas. Amorim espera assinar acordos com mais 18 países do Hemisfério Sul para o corte de tarifas em até 20%. Antes, anunciou que o Egito fechou um acordo com o Mercosul, e lançou a ideia conjunta de um bloco político e comercial do Hemisfério Sul, com Índia e África Austral (região centro-sul).

Austrália sobe juros de novo

A Austrália subiu sua taxa básica de juros pela terceira vez consecutiva. No último ajuste, o banco central elevou a taxa em 25 pontos base, para 3,75% ao ano. Novos aumentos podem vir em fevereiro e março, acreditam os economistas –não haverá reuniões do BC em janeiro. A Austrália foi um dos primeiros países a sair da crise, no início do segundo semestre. A intensidade da recuperação econômica fez com que o BC local adotasse medidas para refrear o consumo e segurar a inflação.

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